terça-feira, 23 de maio de 2017

Jogos Indígenas

A aldeia Wassu Cocal localizada no município de Joaquim Gomes – zona da mata alagoana –  realizará a primeira edição dos seus jogos indígenas no período de 22 a 26 de maio. A programação foi iniciada com uma roda de conversa entre lideranças indígenas; cerimônia cultural de abertura do evento esportivo e homenagem aos anciões Wassu Cocal.

Estão participando 240 competidores e competidoras representando sete povos indígenas do Estado de Alagoas: Jeripankó (Pariconha), Kotokin (Pariconha), Karapotó Plakió (São Sebastião), Koiupankó (Inhapi), Xucuru Kariri – Serra da Capela (Palmeira dos Índios), Xucuru Kariri – Mata da Cafurna (Palmeira dos Índios) e Wassu Cocal (Joaquim Gomes).

As modalidades esportivas são: natação, corrida de jangada, arremeço de lança, competição de maracá e zarabatana; rouba bandeira; estilingue; arco e flecha; corrida de perna de pau, cesto, de pote e a corrida dos guerreiros; cabo de guerra, braço de força. Também serão realizados vários rituais culturais; exposição e comercialização de comidas típicas e artesanato; além do desfile da beleza indígena com peças da Griff Koiupanká.

O evento conta com o apoio do Governo do Estado por meio do Gabinete Civil e do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral); além da Prefeitura Municipal de Joaquim Gomes e comunidade local. 

Mais informações: (82) 98707-6373.


Fonte: Coluna Axé – 442ª edição – Jornal Tribuna Independente (23 a 29/05/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Iteral participa de encontro nacional de quilombolas

Evento acontecerá na cidade de Belém (PA) e delegação alagoana é composta por representantes de comunidades quilombolas e do poder público


De acordo com Leone Silva, do Iteral, encontro contribuirá para a reflexão dos direitos conquistados e avaliação da luta por novos reconhecimentos De acordo com Leone Silva, do Iteral, encontro contribuirá para a reflexão dos direitos conquistados e avaliação da luta por novos reconhecimentos 
 
 
Texto de Helciane Angélica

A quinta edição do Encontro Nacional das Comunidades Quilombolas terá como tema “Terra Titulada: Liberdade Conquistada e Nenhum Direito a Menos”. O evento ocorrerá de 22 a 26 de maio, no Hotel Gold Mar, em Belém (PA), e  é uma realização da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e reunirá lideranças de todo o país.

A delegação alagoana é representada por membros das comunidades remanescentes de quilombo: Mumbaça (Traipu); Puxinanã (Major Isidoro); Poço do Sal (Pão de Açúcar); Palmeira dos Negros (Igreja Nova); Gameleiro, Aguazinha e Guarani (Olho D´Água das Flores).  Na condição de ouvintes estão Leone Manoel da Silva, assessora técnica dos Núcleos Quilombolas e Indígenas representando o Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral) e Aline Gama, da Gerência de Articulação Social do Gabinete Civil.

De acordo com Leone Silva, o encontro contribuirá para a reflexão dos direitos conquistados e avaliação da luta por novos reconhecimentos. “O encontro contará com a presença de mais de 200 participantes, com representações de todos os estados brasileiros. É um espaço de intercâmbio cultural e troca de experiências. Eu estou indo na condição de convidada, com direito à voz, e iremos passar a realidade, avanços e o comprometimento do Governo de Alagoas com os quilombolas, que é de garantir a atenção, promover a integração e alinhar as políticas públicas sociais voltadas a esses povos tradicionais”, destacou.

Na programação, consta a exposição fotográfica ‘ParAfrica’ de Ana Carla Oliveira e Aíssa Mattos; mesas redondas sobre “Avanços e desafios da luta quilombola no Brasil” e a “Estrutura Agrária do Brasil”; oficinas de empoderamento das mulheres quilombolas contra a violência e o racismo; e apresentações culturais.

Os espaços para a formação e engajamento são os painéis de discussão sobre: Terra e Território; Produção: agroecológica, orgânica e agricultura familiar; Meio Ambiente e Impacto por Grandes Projetos; Gestão Territorial, Ambiental e CAR nos quilombos. E ainda, os grupos de trabalho com as temáticas: Organização Interna da Conaq; Autossustenção da Conaq política e financeira; Protagonismo das Mulheres Quilombolas no fortalecimento político e autossustentável da Conaq; Juventude Quilombola; Saúde da População Negra; Educação Escolar Quilombola; Comunicação; Habitação; Novas Tecnologias e Ancestralidade Quilombola.

No encerramento das atividades, terá a produção da carta oficial com as deliberações e posicionamentos políticos.

Mais informações, acesse o site oficial: www.conaq.org.br


Fonte: Agência Alagoas

terça-feira, 16 de maio de 2017

Encontro Nacional de Quilombolas

A quinta edição do Encontro Nacional das Comunidades Quilombolas acontecerá nos dias 22 a 26 de maio, no Hotel Gold Mar, em Belém (PA). Esse é o espaço máximo para deliberações da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), que contribui para a reflexão das políticas públicas, manutenção de direitos já conquistados e na luta por novos reconhecimentos.

Estarão presentes lideranças de comunidades remanescentes de quilombo de vários estados brasileiros que discutirão o tema “Terra Titulada: Liberdade Conquistada e Nenhum Direito a Menos”.

Na programação, terá debates sobre direitos territoriais, agricultura familiar, meio ambiente e ensino superior com pesquisadores e especialistas convidados; grupos de trabalho (GTs) sobre o protagonismo das mulheres, empoderamento da juventude, saúde da população negra; além da programação cultural com apresentação de grupos de música e dança, exposição fotográfica, e feira com produtos feitos nas comunidades quilombolas.

De acordo com os organizadores, eles não se responsabilizam pelo fornecimento da alimentação, transporte ou hospedagem para os/as participantes na condição de ouvinte, já que essa é uma prioridade para as representações das comunidades quilombolas. O evento tem a capacidade máxima para 200 pessoas, assim, caso o número de ouvintes seja elevado, haverá uma seleção de acordo com o interesse no evento. Para preencher o formulário, deve-se acessar o link: https://goo.gl/forms/oOxLGOxhFXPOVOfX2. Também existe um credenciamento para os/as interessados/as em expor/vender produtos na feira: https://goo.gl/forms/diJp9Jo4YdC9PRZv1.

A Conaq possui 21 anos de atuação, já realizou os encontros nacionais em Brasília-DF (1995), Salvador-BA (2002), Recife-PE (2003) e Rio de Janeiro-RJ (2011).

Para outras informações, visite o site: http://conaq.org.br/


Fonte: Coluna Axé – 441ª edição – Jornal Tribuna Independente (16 a 22/05/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

terça-feira, 9 de maio de 2017

O Topo da Montanha

O casal de atores e ativistas negros, Taís Araújo e Lázaro Ramos, estão em turnê pelo Nordeste brasileiro com o espetáculo "O Topo da Montanha".

Após uma temporada de quase um ano na capital do estado de São Paulo, a montagem passou por diversas cidades, sempre com sessões lotadas. Agora chegou a vez de Maceió, nos dias 19 e 20 de maio (sexta e sábado) às 21hs e 21 de maio às 20h, no centenário Teatro Deodoro localizado no bairro do Centro da capital alagoana.

O Topo da Montanha faz alusão ao último grande discurso de Martin Luther King  (I’ve Been to the Mountaintop). Em Memphis, na Igreja de Mason, no dia 3 de abril de 1968, Luther King acabara de realizar seu último sermão. É exatamente neste cenário, um dia antes de seu assassinato, cometido na sacada do Hotel Lorraine, do quarto 306 – e na sequência de suas derradeiras palavras públicas –, que Martin Luther King, interpretado por Lázaro Ramos, conhece Camae, encenada por Taís Araújo, a misteriosa e bela camareira em seu primeiro dia de trabalho no estabelecimento. Repleta de segredos, ela confronta o líder em clima de suspense e simultaneamente debochado. Deste modo, em perfeito jogo de provocações, faz o reverendo se lembrar que, como todos, é humano. Por meio do humor e da emoção, faz rir e pensar com retórica atual, seja para americanos ou brasileiros.

A montagem teatral que estreou em Londres, em 2009, ganhou versão na Broadway em 2011 e começou sua trajetória de sucesso em São Paulo, no dia 9 de outubro de 2015, protagonizada e também produzida por Lázaro Ramos e Taís Araújo, com direção de Lázaro Ramos e codireção de Fernando Philbert. A comédia dramática tem duração de 1h30min, com classificação etária de 12 anos.

Os ingressos custam R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia) e podem ser adquiridas no Viva Alagoas (Maceió Shopping), Loja Mrs. Cat (Maceió Shopping), na bilheteria do teatro, e ainda, pelo site www.lojadeingresso.com. Mais informações: (82) 3032-5210 ou 996012828.

 

O espetáculo “Topo da Montanha” já foi visto por mais de 70 mil espectadores no Brasil. (Crédito da foto: Juliana Hilal)




Fonte: Coluna Axé – 440ª edição – Jornal Tribuna Independente (09 a 15/05/17) / Cojira-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Participe da eleição do Conselho Municipal de Políticas Culturais


Quilombolas festejam quitação do crédito fundiário

Beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário tiveram um domingo de muita comemoração Beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário tiveram um domingo de muita comemoração 
 
Texto e fotos: Helciane Angélica

Trinta famílias de agricultores quilombolas tiveram um domingo (7) de festa no povoado Alto do Tamanduá, localizado no município de Poço das Trincheiras. Elas são beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário e recebem o acompanhamento do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral) e a assistência técnica da Cooperativa Agropecuária Regional de Palmeira dos Índios (Carpil), que juntos garantiram a infraestrutura do evento.

A renegociação e quitação da dívida do crédito rural junto ao Banco do Nordeste foi o resultado de muita luta. Para o presidente da associação dos quilombolas, José Maria Vieira da Silva, esse é um sonho realizado. "Muita gente dizia que a gente ia perder a terra, mas a gente teve fé em Deus e nos homens, trabalhamos muito, e hoje somos os donos da nossa terra. Se não fosse o Iteral, a gente não tinha conseguido, a dívida já estava em torno de 20 mil para cada assentado e conseguimos reduzir a dívida para R$ 3.100".

O diretor-presidente do Iteral, Jaime Silva, marcou presença na celebração e parabenizou o grupo pela união e por se tornar um exemplo para os demais assentados do crédito fundiário. “Infelizmente, têm muitas pessoas com condições de pagar e não querem quitar porque acham que o governo vai perdoar a dívida, mas com a Lei Federal 13.340/16 é possível ter um desconto de até 95%. Aqui é uma referência, as famílias do Alto do Tamanduá são donos do pedaço de terra e agora têm a garantia de que deixam uma herança para os seus filhos. E espero que o Iteral e a Carpil continuem lado a lado, defendendo o bem-estar e o interesse de todos para que continuem trabalhando e produzindo”, disse Silva.



A semente foi plantada e estamos colhendo hoje. A gente recebeu críticas e muitos beneficiários não tinham esperança, mas conseguimos reverter a situação porque estamos aqui para ajudar. Agora, estamos batalhando a individualização dos lotes e a entrega dos títulos de posse, e também, na reestruturação do curral e armazém”, destacou Tiago Medeiros, técnico agropecuário da Carpil.

A celebração contou com a colaboração de todos os agricultores familiares e a presença de convidados como os representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Poço das Trincheiras e da Associação Comunitária de Remanescentes de Quilombo Alto do Tamanduá. O dia foi marcado por um almoço coletivo com churrasco e feijoada; além de entoada e muito forró pé de serra.


PNCF
O Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) foi criado em 2003, é complementar ao Plano Nacional de Reforma Agrária, sendo um instrumento de democratização ao acesso à terra, combate à pobreza rural e consolidação da agricultura familiar. É coordenado pela Secretaria de Reordenamento Agrário do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) e possui uma política de valorização às mulheres (PNCF Mulher), aos negros (Programa Terra Negra Brasil) e aos jovens de 18 a 28 anos (Programa Nossa Primeira Terra). Em Alagoas, são mais de 3 mil famílias beneficiadas pelo PNCF que recebem o acompanhamento do Governo de Alagoas por meio do Iteral.


Fonte: Agência Alagoas

terça-feira, 25 de abril de 2017

Padrinho?!

A atual Ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, durante um evento no Palácio do Planalto no último dia 12 de abril, intitulou o presidente Michel Temer como “Padrinho das Mulheres Negras Brasileiras”. 

O pronunciamento foi registrado em vídeo e rapidamente se espalhou via WhatsApp. A afirmação causou revolta nas mídias digitais, blogs e a publicação de notas oficiais de repúdio emitidas por diversas organizações dos movimentos sociais – Negro e de Mulheres – inclusive, do Comitê Latino-americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem). 

A crítica é sobre o desrespeito quanto ao protagonismo das mulheres negras e a titulação da política do apadrinhamento que remete-se aos tempos coronelistas. “Fale pela Senhora. Tenha ele como o SEU PADRINHO, não use a luta das mulheres negras em benefício próprio, para se legitimar perante um governo que não nos respeita e nem de longe reconhece a nossa luta ancestral”, desabafam as lideranças.

A Coordenação Nacional de Gênero do Coletivo de Entidades Negras (CEN) afirma: “Nós, mulheres negras, não entendemos que um homem branco, machista, patriarcal, misógino, sexista, golpista, usurpador de direitos possa nos representar”. 

Já o Núcleo Impulsor da Marcha de Mulheres Negras de São Paulo disparou: “Os ataques que Michel Temer tem feito desde que assumiu a presidência nos atingem diretamente. Luislinda deveria ter lembrado disso ao colocar em nossas bocas e em nossos nomes posição que não reivindicamos. Houve corte de 61% do orçamento federal para o combate à violência contra mulher e nós mulheres negras morremos mais por causa de feminicídio e a ação deste governo golpista é nos relegar ainda mais à morte. O desmonte da educação e saúde através do congelamento de investimentos por 20 anos é mais uma demonstração do quanto Temer não se importa com as nossas vidas e dos nossos. Temos o fechamento de programas como a Farmácia Popular e o aumento do valor da inscrição para o PROUNI. São as mulheres negras que mais recorrem aos serviços públicos e que terão sua saúde e educação negligenciadas por 20 anos”.

O Coletivo de Mulheres da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) exigiu uma retratação pública imediata e informou que a Ministra não as representava. “Um governo ilegítimo que destrói todas as políticas destinadas às mulheres e que, de forma deliberada acaba com o Ministério das Mulheres Igualdade Racial e Direitos Humanos e todas as políticas, desmantela todos os espaços governamentais de elaboração e execução de políticas para as mulheres e para os trabalhadores/as rurais de todo o Brasil. Lamentamos que a única mulher negra em um cargo ministerial seja considerada ‘afilhada’ de um governo golpista, assim reproduzindo o velho estereótipo do(a) negro(a) da Casa Grande que precisa ser apadrinhada para ser respeitada ou ‘não ser esquecida’”.

Enfim, chega de ironia e retrocesso!



Fonte: Coluna Axé – 439ª edição – Jornal Tribuna Independente (25/04 a 01/05/17) / COJIRA-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com

terça-feira, 18 de abril de 2017

Consciência Indígena

De 17 e 20 de abril, a cidade alagoana de Arapiraca sediará a primeira edição da Semana da Consciência Indígena de Alagoas, que ocorrerá na Casa da Cultura, situada na Praça Luiz Pereira Lima no bairro do Centro. Trata-se de uma parceria entre a Prefeitura de Arapiraca, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Juventude (SMCLJ) e a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal).

A programação iniciará às 19h com performance de dança Toré e poética, também, contará com mostras de artes plásticas e de artefatos indígenas, exposição fotográfica; exibição dos documentários “Visadas do Pajé Miguel Celestino” e “José do Chalé”; e a explanação de alguns representantes de comunidades indígenas locais. As oficinas sobre “O Índio no Livro Didático” e “Fontes para a História Indígena” a partir das 14hs.

Já as mesas-redondas, abordarão os temas: “Povos do Sertão: Resistência”, “O Que É Ser Índio na Atualidade: Reflexões sobre Identidade Étnica” e “Rompendo o Preconceito: a Contribuição do Trabalho Indígena à Economia Local”.

O evento é gratuito e faz alusão ao Dia do Índio que é comemorado no dia 19 de abril, e busca ampliar a reflexão sobre a valorização sociocultural dos povos indígenas em nosso país. O Estado de Alagoas possui 12 etnias e 22 aldeias indígenas.


Fonte: Coluna Axé – 438ª edição – Jornal Tribuna Independente (18 a 24/04/17) / COJIRAL-AL / Editora: Helciane Angélica / Contato: cojira.al@gmail.com  (Com informações da Ascom)

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Apresentação de Balé afro em Alagoas



No dia 22 de abril às 21h, no Teatro Gustavo Leite do Centro de Convenções de Maceió, terá o espetáculo “Herança Sagrada – A Corte de Oxalá” do Balé Folclórico da Bahia (BFB). 

Com única apresentação e pela primeira vez em Alagoas, o espetáculo integra a turnê Nordeste e já foi aplaudido nos Estados Unidos, Europa, Caribe, Oceania e África, conta com direção geral de Walson (Vavá) Botelho e direção artística de José Carlos Santos (Zebrinha). 

No palco, 26 bailarinos, músicos e cantores apresentam coreografias clássicas do repertório do Balé e as mais importantes manifestações folclóricas baianas, em “Puxada de Rede”, “Capoeira” e “Samba de Roda”, além de “Afixirê”, coreografia inspirada na influência dos escravos africanos na cultura brasileira. 

Os ingressos para assentos na plateia custam R$70 (inteira) e R$35 (meia-entrada); e no mezanino: R$50 (inteira) e R$25 (meia); e estão sendo comercializados na Loja Alethia no Maceió Shopping e Parque Shopping. 

Mais informações: (82) 3235-5301 / 99928-8675 / www.suechamusca.com.br